Tem coisa que é melhor não falar. É melhor quando a gente guarda, quando a gente esconde. É como quando a gente tem tanto pra dizer, mas só de tentar, sai daquele jeito mais ou menos. Se a gente fala, a situação piora ou fica tudo mal entendido. Mas tem quando a gente precisa falar. É melhor falar, é quando não dá pra guardar nem esconder nada. Se a gente guarda pra depois, as coisas começam a ficar com uma intensidade tão grande que acaba explodindo, e quando a gente menos espera, dá aquela vontade de vomitar tudo. No fim do dia, a gente acaba aprendendo. Depois que tudo foi guardado pra ser pensado com mais cautela, ou foi dito na pressa por culpa da necessidade, é tão bom sentir aquela paz. Era tudo o que eu queria. Calmaria.
Eu ando uma zona esses últimos meses. Tanta coisa acontecendo comigo, é como se eu estivesse dentro de uma montanha russa, enquanto isso eu vou tentando me equilibrar durante o percurso cheio de altos e baixos, curvas e loopings, sem perder a linha.
Me perguntei tantas vezes se devia falar, ou guardar tudo pra outra hora. Eu fiquei tão confusa, mas eu simplesmente não conseguia retribuir tudo o que estavam me dando ou esperando de mim, e nada daquilo era certo. Cheguei a pensar que o problema era comigo. Pensei melhor, e talvez o problema era ser do jeito que eu sou. E aí, eu vou levando tudo de um extremo pro outro. Eu cheguei a ficar com medo, medo de ficar tão sozinha, de novo. Deu vontade de fugir, mas eu sabia que se eu fizesse isso, eu me perderia de vista. Mas eu precisava de uma fuga, sentia que eu seria atropelada pela vida á qualquer momento. Não era cansaço, nem raiva ou nada do tipo, eu só queria acordar de manhã e respirar a dose certa de tranqüilidade que eu precisasse pra encarar mais aquele dia. Sem exigir respostas de mim mesma, sem ter que guardar ou vomitar tudo o que eu estava sentindo pra quem sem querer, depositou a maior expectativa em mim. Eu só queria um momento de calmaria. Só Deus e eu.
Eu ando uma zona esses últimos meses. Tanta coisa acontecendo comigo, é como se eu estivesse dentro de uma montanha russa, enquanto isso eu vou tentando me equilibrar durante o percurso cheio de altos e baixos, curvas e loopings, sem perder a linha.
Me perguntei tantas vezes se devia falar, ou guardar tudo pra outra hora. Eu fiquei tão confusa, mas eu simplesmente não conseguia retribuir tudo o que estavam me dando ou esperando de mim, e nada daquilo era certo. Cheguei a pensar que o problema era comigo. Pensei melhor, e talvez o problema era ser do jeito que eu sou. E aí, eu vou levando tudo de um extremo pro outro. Eu cheguei a ficar com medo, medo de ficar tão sozinha, de novo. Deu vontade de fugir, mas eu sabia que se eu fizesse isso, eu me perderia de vista. Mas eu precisava de uma fuga, sentia que eu seria atropelada pela vida á qualquer momento. Não era cansaço, nem raiva ou nada do tipo, eu só queria acordar de manhã e respirar a dose certa de tranqüilidade que eu precisasse pra encarar mais aquele dia. Sem exigir respostas de mim mesma, sem ter que guardar ou vomitar tudo o que eu estava sentindo pra quem sem querer, depositou a maior expectativa em mim. Eu só queria um momento de calmaria. Só Deus e eu.
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