O negócio é o seguinte: depois de tudo, a gente acaba exigindo cada vez mais, e por conta disso, o medo chega. Chega, e traz tudo novo. A gente sente aquela exaustão, e começa a se perguntar se vale mesmo a pena correr o risco. Aí eu olho pra você, e tento enxergar além do que eu sempre vejo, por que na verdade, o que eu vejo quando olho pra você não vale, não conta. Preciso ver além daquilo que o meu coração enxerga; Preciso olhar não mais com o coração. Esquecer de toda a emoção, e olhar com os olhos pra encontrar a razão, que vive fugindo de mim. Depois de muito tempo, eu consigo a resposta, mas quando a gente gosta de verdade, não importa o quão cansada você possa estar, mesmo sem forças, você respira fundo e dá mais uma chance pras coisas se acertarem. A esperança é mesmo, a última que morre. É aí que eu insisto em perguntar pra você antes de pegar as minhas coisas e ir embora. “E aí? Vale a pena?” E se você desvia o olhar, fingindo não ter me ouvido, eu sei que é hora de dizer adeus.
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